
Acabo de ler no G1 que duas antas, que se dizem pai e mãe de um garoto de 16 anos, aceitaram que o filho largasse a escola para se dedicar à prática do jogo Guitar Hero. Esperam que o moleque embolse entre 25 e 80 mil dólares por ano, participando de competições do game. A escola estaria atrapalhando o “treinamento” do menino, que agora ganhou inclusive um tutor para as competições.
Se fosse pra tocar guitarra de verdade já seria complicado, mas nem mesmo é uma carreira! Não me entendam mal, eu adoro jogar Guitar Hero, mas daí a viver disso tem uma abissal diferença. O que mais me impressiona nesta história é que ano passado, num episódio do desenho South Park: Guitar Queer-O, imagem acima, eles faziam troça justamente disso.
Se você ainda não assistiu este episódio, VALE ver. Pros que já tem faculdade, emprego ou quem sabe até mesmo família, recomendo doses ocasionais do joguinho, que acaba de lançar uma edição especial só com canções do grupo Aerosmith. Não testei ainda, mas deve ser mais farofa que o especial dos anos 80.


